sábado, 23 de julho de 2016

Dinâmica: QUEM SOU EU?


Objetivos: Tornar os membros do grupo conhecidos rapidamente, num ambiente relativamente pouco inibidor. 

Como Fazer:
1- Cada um recebe uma folha com o título: "Quem sou eu?"
2- Durante 10 minutos cada um escreve cinco itens em relação a si mesmo, que facilitem o conhecimento.
3- A folha escrita será fixada na blusa dos participantes.
4- Os componentes do grupo circulam livremente e em silêncio pela sala, ao som de uma música suave, enquanto leem a respeito do outro e deixa que os outros leiam o que escreveu a respeito de si.
5-Logo após reunir 2 a 3 colegas, com os quais gostariam de conversar para se conhecerem melhor. Nesse momento é possível lançar perguntas que ordinariamente não fariam.
Avaliação:
a) Para que serviu o exercício?
b) Como nos sentimos?

quinta-feira, 21 de julho de 2016

DINÂMICA: QUAL É O VERSÍCULO?

Objetivo: Testar conhecimento bíblico dos membros da célula e ensinar a palavra aos visitantes.
Material:
  • Balões;
  • Papel (folha de caderno ou papel sulfite);
  • Caixa de chocolate (ou outro prêmio de sua escolha).
Preparação:
  • Recorte o papel em tiras de modo que seja possível colocá-las dentro dos balões;

quarta-feira, 20 de julho de 2016

Libertação: Culpa, o algoz da alma

“...Tu, porém, amaste a minha alma e a livraste da cova da corrupção porque lançaste para trás de Ti todos os meus pecados”. (Isaías, 38. 17b)

Os efeitos do pecado, por maior que este seja ou aparente, não sobrepujam os efeitos da Graça perdoadora. Isaías escreveu sobre a alegria de se sentir perdoado. De alma leve podia então prosseguir, porque o Senhor descartou-lhe o peso insuportável dos seus pecados... Esta alegria não foi um privilégio apenas de Isaías; Abrão, Moisés, Jacó, Davi, Salomão, a samaritana, e Pedro - o covarde traidor a quem incrivelmente o Senhor confiou Sua Igreja, todos pecaram feio e tiveram motivos de sobra para desistir, mas prosseguiram.
 
O fato atual é que, quando o assunto gira entre pecado e perdão, o legalismo religioso hipócrita de muitos passa longe do elementar conhecimento do modus operandi de Deus quanto ao Seu perdão e à legítima oportunidade que dá ao homem para o recomeço.
 
Pecados arrependidos, confessados e abandonados perdem o efeito espiritual da culpabilidade, pois são literalmente apagados por Deus, esquecidos. Embora, na maioria das vezes, o sentimento de culpa persista torturando, dificultando o perdão pessoal. Às vezes é difícil nos perdoar os pecados perdoados! Difícil também é a convivência com irmãos e em igrejas, onde impera, mas não se vive, a teologia do perdão divino...